Vampiros da Alma. Sugadores de energia vital

Na edição de Junho de 1996 da revista Planeta publiquei um artigo que, na época, fez furor: “O decálogo dos vampiros”. Tratava de um assunto que depois seria desenvolvido por muitos outros autores, aqui e em outros países, o tema dos “vampiros psíquicos”. Eles são aquelas pessoas, homens e mulheres que, de modo inconsciente ou não, sugam a energia vital dos outros. E não, não me julgo o pai da idéia. Outros, antes de mim, já o tinham feito, a começar pela psiquiatra inglesa Shafika Karagulla, que cito mais abaixo. Dada a perenidade do assunto, decidi refazer o artig, acrescentando novos dados e alguns tipos de vampiros que, nos anos sucessivos, percebi existirem. Bom proveito! E cuidado com os vampiros psíquicos. Eles estão em toda parte. Cuidado redobrado se, após a leitura, você perceber – como eu percebi em mim mesmo –  que vez ou outra aprecia o gostinho da energia vital alheia…

Texto de Luis Pellegrini

Você já se sentiu exausto depois de passar horas ouvindo um chato tagarela monologar, dizendo abobrinhas a respeito de si mesmo? E notou como o chato, ao encerrar o falatório, está tão bem disposto que parece ter recém chegado de maravilhosas férias no Caribe? Pois bem: o chato, ou chata, pode muito bem ser um “vampiro de energias”. Talvez um vampiro inconsciente da sua condição. Mas sempre um vampiro. E a energia que ele acaba de sugar é a sua força vital, aquela mesma força que mantém você vivo, ativo, fresco e alegre.

Obrigar as pessoas a ouvir blablablás intermináveis, em geral pouco ou nada interessantes, é uma das formas mais comuns de se sugar a vitalidade dos outros. E as vítimas, em geral por boa educação, ficam lá, passivas, deixando-se violentar pelos ouvidos.

Várias vezes, no passado, caí em arapucas do gênero. Feito um parvo, deixava-me enredar pelos tentáculos falantes desses vampiros, a remoer minha muda revolta por dentro, a enviar mentalmente os piores insultos ao chato boquirroto, mas incapaz de por um basta na situação. E quando a tortura finalmente terminava, sentia-me tão esvaziado que só pensava numa coisa: arrastar-me para a cama.

Aliás, tentáculo é realmente o termo certo para se entender como esses vampiros trabalham. Lendo o livro O destino criativo do homem, da já falecida médica psiquiatra inglesa Shafika Karagulla, entendi o problema e encontrei a solução. Shafika Karagulla era também estudiosa de parapsicologia e, segundo alegava, clarividente. Tinha a capacidade natural de “ver” os campos energéticos sutis – a aura – produzidos pelos seres humanos e por todas as demais criaturas vivas. Num dos capítulos, ela narra uma situação terrível que testemunhou com o uso da sua visão paranormal. Ela estava numa festa, sentada numa poltrona. No sofá, bem em frente, havia um casal. O homem, um tipo até bem apessoado, falava sem parar de si mesmo, exibindo-se como um pavão de cauda aberta. A mulher colocara-se na posição de receptora passiva, fitando o sujeito com olhar lânguido, totalmente entregue ao seu palavrório. De repente, na visão de Shafika, tentáculos de energia luminosa saíram da região do umbigo do homem – do seu plexo solar – e se lançaram em direção à mesma região da mulher. Fixaram-se ali e Shafika Karagulla pode perceber claramente o que acontecia: por aqueles canais sutis a energia da mulher começou a ser drenada em direção ao interlocutor. Até que a pobre, no início dona de uma aura luminosa e brilhante, ficou reduzida a um trapo energético. Sua aura tornou-se débil e opaca, olheiras escuras tinham se formado em seu rosto, e sua expressão agora era a de uma pessoa bem mais idosa e cansada. Mas o homem parecia um sol radiante. Bem disposto e feliz da vida, despediu-se da vítima, levantou-se e foi gastar com outros participantes da festa toda a vitalidade que roubara.

Claro, não se pode afirmar que a visão de Karagulla seja objetivamente verdadeira. Mas, subjetivamente, não há dúvida: ela observou um fenômeno real de vampirismo energético ou, como preferem alguns, “vampirismo psíquico”. O resultado é o mesmo. De um lado um ativo sugador de energia vital, e do outro uma vítima passiva.

Desse episódio já podemos tirar uma primeira conclusão: vampiros não são apenas aqueles literais, os dráculas que vão por aí, pelas noites, em busca de pescoços tenros onde fincar seus caninos pontiagudos para sugar sangue. Embora muitos autores afirmem que eles existam de verdade, é mais provável que a imagem clássica do vampiro bebedor de sangue simbolize e represente, na verdade, o vampiro de energia vital.

Não, não duvide. O assunto é sério. Há inclusive especialistas em psicologia e comportamento humano que dizem ser nossa sociedade moderna constituída em boa parte de vampiros. Essa boa parte é feita de gente incapaz de se nutrir em fontes de energia natural, e que por isso vive sugando a força de vida dos outros.

Segundo a tradição esotérica, pessoas sadias e equilibradas não precisam sugar as energias de outras pessoas. Absorvem as forças que precisam diretamente da natureza, através dos orgãos do seu corpo sutil – os chamados chacras

O que é nutrir-se em fontes de energia natural? Todo ser vivo, seja ele humano, animal ou vegetal, não se alimenta apenas de comida sólida e líquida, daquele franguinho ao molho pardo e das bramas de cada dia. Nutre-se também de comida gasosa, através do ar que se respira, e de comida energética, representada pelas energias e vibrações que absorvemos e que são produzidas pelo telurismo do planeta terra; pela natureza – florestas, rios, mares, animais, minerais -; por outros corpos celestes como o Sol e demais planetas, e pelo próprio cosmos.

Cada um de nós é um microcosmo bio-psico-energético, um complexo sistema de energias que interage constantemente com uma miríade de outros sistemas. De forma permanente, trocamos energias com esses sistemas externos, absorvendo deles cargas energéticas necessárias à nossa subsistência, e descarregando neles cargas desnecessárias, os nossos “detritos” energéticos. Ao mesmo tempo, cada um de nós interage com os outros seres humanos que com nós se relacionam, estabelecendo com eles as mais variadas combinações de campos energéticos, influenciando-os e por eles sendo influenciado.

Para isso serve o nosso “corpo energético” ou “corpo de energia sutil”: para possibilitar todos esses enlaces de energia responsáveis pela manutenção e desenvolvimento da vida. De modo análogo ao corpo físico, feito de matéria densa, o corpo sutil possui também uma anatomia e uma fisiologia. Possui órgãos – os chacras – para captar e armazenar energias externas e eliminar energias internas espúrias, e para processar essas energias, da mesma forma que o aparelho digestivo absorve, processa e armazena o alimento sólido e líquido, e o aparelho respiratório capta, processa e armazena o alimento gasoso.

O processo de nutrição energética acontece em geral de modo inconsciente, automático, orientado e regulado pela inteligência instintiva do nosso corpo. Mas esse processo também pode ser incrementado de modo consciente e voluntário. Para isso existem muitos métodos desenvolvidos ao longo das eras pelas diferentes culturas e civilizações. Exemplos de métodos voluntários de nutrição energética são certas iogas, como a hatha ioga indiana, certas artes marciais, como o tai chi chuan, certas técnicas de respiração como as do sistema oriental dos pranaiamas.

Pessoas equilibradas e sadias – tanto no aspecto físico quanto, principalmente, no psíquico – nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia. Da energia das árvores, do ar, das águas doces e salgadas, do Sol, etc. Mas pessoas desequilibradas, que por terem perdido o contato com a sua própria natureza interna mais profunda perderam também a capacidade de absorver e processar o alimento energético natural, muitas vezes precisam, para sobreviver, lançar mão de um expediente horrível: sugar a energia vital de outras pessoas. São eles os “vampiros de energias”. Na nossa sociedade moderna seu número aumentou de modo alarmante devido a vários fatores, entre eles a perda do contato direto e quotidiano com o mundo natural.

Existe também uma forma pouco conhecida de perder energia vital: é o auto-vampirismo.Isso acontece quando o ego neurótico não cessa de se auto-recriminar,de se lamentar, de se sentir a palmatória do mundo,etc. Sentimentos negativos desse tipo são a forma

Os vampiros energéticos são de dois tipos principais: os conscientes e os inconscientes. Os primeiros são mais raros e menos perigosos. Exatamente por serem conscientes, sabem das conseqüências nefastas que a prática do vampirismo energético acarreta para o próprio vampiro. Sabem também que essa prática significará para eles próprios uma angustiante situação de dependência, na qual não mais poderão viver distantes de suas vítimas. E muitos deles conhecem uma lei elementar da magia, a “lei do retorno”, pela qual todo aquele que rouba será, mais cedo ou mais tarde, roubado. Mas os segundos, os vampiros inconscientes da sua condição, são muito mais numerosos e perigosos. Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, sobretudo quando nos encontramos num estado de desequilíbrio neurótico, acabamos nos comportando como vampiros da energia vital alheia.

A principal característica psicológica de um vampiro é o egocentrismo. Quanto mais a pessoa estiver voltada para si mesma, concentrada em si mesma, mais terá dificuldade em estabelecer contato com fontes naturais de nutrição energética, e mais tenderá a sugar a energia vital das pessoas que lhe estão próximas.

Todos nós, por outro lado, somos naturalmente dotados de mecanismos de defesa contra a perda de energia vital. De todos esses mecanismos o mais poderoso e eficaz é o da manutenção do equilíbrio interno. Quando nosso ponto de gravidade interior está em seu lugar certo – no centro do nosso ser biológico-psicológico-energético-mental -, isso cria um estado de harmonia no corpo sutil capaz de impedir e até mesmo rechaçar qualquer tentativa de invasão externa com finalidades predatórias. Mas, quando perdemos a posse do nosso centro de gravidade, quando o projetamos para fora de nós mesmos, isso altera e debilita a estrutura do corpo sutil, tornando-o permeável àquela invasão. “Fulano está fora de si”, diz a voz popular, significando que o sujeito está doido. Além de doido, ele se torna presa fácil de vampiros de energia vital.

Os vampiros são sagazes e sabem disso. De modo consciente, ou instruídos pelo seu instinto rapace, sabem que para melhor sugar alguém devem, antes, desestabilizar as defesas da vítima. Devem “tirar a vítima do seu eixo interno”. Lançam mão, para isso, de vários estratagemas, todos eles com o objetivo de fazer com que a vítima perca o contato com o seu centro interno e, dessa forma, escancare as portas de entrada do seu corpo sutil à sanha do predador.

O vampiro grilo-falante é um tipo muito comum: fala sem parar e violenta a vítima pelos ouvidos

Quais são as técnicas dos vampiros para fazer você sair do seu eixo? Muitíssimas. Além daquela já descrita do vampiro grilo falante, as mais comuns são:

Vampiro lamentoso – Ataca pelo lado emocional, sentimental e afetivo. Faz tudo para despertar comiseração. Sua vida é um mar de lágrimas, gemidos e prantos. Cheio de mágoas, coloca-se sempre na posição de vítima sofredora para quem o mundo é um carrasco.

Defesa: diga logo a ele que você detesta lamentos porque queixumes nunca resolveram nenhum problema. Se ele insistir, diga que conhece um livro onde o autor descreve vários métodos de eutanásia. Quem sabe algum dentre eles não resolverá seus problemas de forma definitiva. Enfim, não dê moleza ao lamentoso. E se quiser saber mais sobre esse tipo de vampiro, leia aqui mesmo no blog, na categoria Comportamento, meu artigo anterior, intitulado “Os Lamentosos”.

Vampiro inquisidor – Dispara uma pergunta atrás da outra. Se você tenta responder, ele corta sua resposta fazendo outra pergunta, talvez de assunto completamente diverso. Esse vampiro não tem nenhum interesse em respostas. Quer apenas desestabilizar o equilíbrio da mente da vítima, perturbando o fluxo normal dos pensamentos dela.

Defesa: Corte-lhe as investidas reagindo com perguntas, de preferência idiotas, absurdas ou contundentes. Por exemplo: “Você já transou com pessoa do mesmo sexo?”

Vampiro exigente – Cada fala ou gesto desse vampiro contém uma reclamação implícita ou explícita. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. Mas como suas reclamações têm pouco ou nenhum fundamento, ele raramente dispõe de argumentos sólidos para defender e justificar os seus protestos.

Defesa: Mande logo ele parar de torrar a paciência.

Vampiro cobrador – Cobra sempre, principalmente aquilo que não lhe é devido. Apresenta-se como credor do mundo; acha que tem direito a tudo, e que não precisa dar nada em troca. Ao cruzar com você na rua, um vampiro desses não irá lhe dizer: “Oi, que bom te ver. Como vai, tudo bem?” Ele vai de imediato cobrar-lhe alguma coisa, tipo: “Você esqueceu que eu existo? Há meses espero um telefonema seu”.

Defesa: Não vista a carapuça de culpado de desatenção pessoal que o vampiro quer lhe enfiar na cabeça. Não fraqueje. Cobre de volta. Responda rápido: “Tinha decidido nunca mais lhe telefonar antes de você me ligar para saber se estou vivo”.

Vampiro crítico – Seu lema é: maldizer sempre, elogiar sinceramente nunca. Critica negativamente a tudo e a todos. Transmite para a vítima uma visão feia e negativa das coisas, das pessoas e do mundo. A crítica impiedosa e negativa cria no ouvinte um estado de alma escuro e pesado, e isso é outro jeito fácil de abrir uma jugular energética e se banquetear com os fluidos da vítima.

Defesa: Diga ao vampiro, sem medo de parecer ridículo: “Coitado, como você está infeliz! Veja que dia (ou noite) lindo! O Sol (a lua-cheia, as estrelas) brilha no céu e você só vê escuridão! Vá se benzer”.

Vampiro puxa-saco – É um adulador. Amacia o ego da vítima, cobrindo-a de falsos elogios. Lembra-se de O corvo e a raposa, fábula de La Fontaine? O corvo, no alto da árvore, carrega no bico um belo naco de queijo. A raposa esperta diz ao corvo que sua voz é magnífica, e pede a ele que cante. Lisonjeado, o corvo abre o bico, emite um grasnado horroroso e… deixa cair o queijo. A raposa abocanha o petisco, e ainda faz sermão ao tolo corvo: “Aprenda que todo adulador vive às custas de quem o escuta”. Cuidado com os aduladores. Dentro de cada um deles está um vampiro à espreita.

Defesa: Não caia na conversa de puxa-saco. Se ele insistir, conte-lhe a fábula de La Fontaine.

O vampiro fuxiqueiro é um dos tipos mais perigosos. Fuja dele como o diabo foge da cruz. E nunca caia no pecado da fofoca maldosa

Vampiro fuxiqueiro – A fofoca é uma das armas mais perversas dos vampiros de energia. Ele se achega, com ar sacana, e conta segredos da intimidade dos ausentes. Fala como quem lhe dá um presente. Mas, na verdade, planta na sua alma as sementes da maledicência, da traição e da calúnia – demônios muito perigosos para a sua estabilidade energética.

Defesa: não se divirta com as falsas prendas do fuxiqueiro. Mande ele cantar em outra freguesia.

Vampiro pegajoso – A porta de entrada que ele procura arrombar é a da sua sensualidade e sexualidade. Aproxima-se como se quisesse lamber você com os olhos, com as mãos, com a voz. Fuja rápido dessa situação. Esse vampiro é muito perigoso. Ele irá sugar suas energias seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo perigoso, seja provocando em você repulsa e náusea. Em ambos os casos você estará desestabilizado e ele irá alcançar seu intento.

Defesa: Diga que você é uma pessoa neurótica e detesta ser tocado. Se ele insistir, diga algo capaz de cortar qualquer tesão indesejado: “Preciso ir urgente ao banheiro”.

Vampiro hipocondríaco – Cada dia aparece com uma doença nova. Diz que é vítima constante daquela dor que anda pelo corpo, e que cada hora está num lugar. É o seu jeito de chamar a atenção dos outros, despertando neles preocupação e cuidados. Deleita-se em descrever nos mínimos detalhes os sintomas dos seus males e todo o seu penar. Quando termina o relatório está ótimo. E quem lhe deu ouvidos está péssimo.

Defesa: Dê a ele o telefone de um bom homeopata. Esses médicos têm uma paciência de Jó para tratar de hipocondríacos.

 

Vampiro encrenqueiro – Para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só podem ser resolvidas na base do tapa. Polemiza sobre tudo e qualquer coisa, mas não quer, ao contrário do que possa parecer, minar as defesas da vítima insuflando nela os sentimentos do medo e da insegurança. Quer contaminar a alma da vítima com a raiva, a ira e a agressividade. Provoca para obter uma reação, para que a vítima compre a briga. Com isso ele a desestabiliza e pode suga-la à vontade.

Defesa: Esse vampiro tem, sobretudo, uma personalidade infantil. Ofereça para ele uma mamadeira, ou algo que tenha o mesmo significado. Ou conte-lhe uma piada de papagaio. Se ainda assim insistir em polemizar, ofereça-lhe – mas sem que ele perceba – um café adoçado com Lexotan.

Vampiro professoral – Não contem pra ninguém, mas foi nessa categoria de vampiro que eu percebi me encaixar, de vez em quando, no passado. Ia numa festa ou jantar e, quando aparecia algum assunto que eu dominava bem, começava empolgado a fazer um discurso interminável, monopolizando a atenção dos presentes. Inevitavelmente, depois de um certo tempo, percebia com surpresa estar torrando o saco dos amigos, os quais, só por muita gentileza e boa educação, não me mandavam fechar a matraca, lembrando que estávamos numa festa e não numa sala de aula. Hoje, faço um esforço para me conter.

Defesa: Se você estiver na presença de um vampiro professoral em ação, e sentir que sua energia vital está indo embora, faça aquilo que alguns dos meus melhores amigos não hesitaram em fazer comigo em algumas das ocasiões em que, sem perceber, incorporei o professorzinho: levante-se do sofá sem dizer uma palavra e vá para um outro canto da casa.

Sobretudo, não brinque com os vampiros. Eles são sagazes. E famintos. Melhor ficar longe deles. Não esqueça, para desencargo de consciência, de fazer uma autocrítica honesta para ver de que lado você está. Lembre-se de que toda a vítima tem seu dia de algoz. Se perceber que está do lado errado, corrija sua rota. Ser vampiro, no final das contas, é tão ruim quanto ser vítima de um deles…

 

Comentários

comentários

18 ideias sobre “Vampiros da Alma. Sugadores de energia vital

  1. lululala

    Evite o dreno energético: cubra os chackras (ou a parte atacada)com o material refletivo dos sacos de comidas secas de supermercado (aqueles metálicos brilhantes por dentro) Use roupas e pijamas brancos. Fortaleça a aura: Coma um dente de alho cru por dia (pode fatiar e engolir) Orgonita (Kriptonita de vampiro): resina orgânica+ aparas de metal + cristais

  2. Roberto Kessel

    Conhecí alguns tipos
    Será que já não existem Vampiros da Internet?

  3. Dexter

    Você princou com coisa seria, quem de deu o direito de falar de nòs , em , ?????
    Vc sabia que podemos saber tambem o que as outras pessoas pensam so por olhar , se for por um minuto ja era…

  4. Grace

    Assunto sério e importante. Costuma-se condenar o vampiro e esquece-se que ele só existe porque alguém SE (sim, pronome reflexivo) deixa vampirizar. Na verdade, é uma relação de dupla responsabilidade, onde a “vítima” também quer algo do vampiro (atenção, consideração…). Então, a meu ver, o que há é uma troca de conveniências, mesmo que inconsciente.

    Sou terapeuta, espiritualista independente e médium e, recentemente, escrevi um post (inspirado por amigos desencarnados) sobre esse mesmo assunto. A abordagem, no entanto, inclui aprender a identificar atitudes que tornam uma pessoa suscetível a praticar/sofrer um vampirismo ou parasitismo energético. Espero somar mais informações às que você deu aqui, Luis. Quanto mais preparados estivermos para lidar com abusos desse tipo, melhor. Segue o link do post: http://luznaconsciencia.blogspot.com/2011/05/vampirismo-e-parasitismo-energetico.html

    Um abraço e muita Luz.

  5. Luis Pellegrini Autor do post

    Bom dia, Clene! Estou bem, obrigado, aqui em Campina Grande, Paraíba, onde vim para participar do Encontro da Nova Consciencia. Amanha sigo pra Joao Pessoa, dois dias, e depois SP. E, francamente, também gosto desse texto sobre os vampiros psiquicos… Abs

  6. Clene Salles

    Luis Bom dia! Como vai lindão??? Pessoa especial que só você sabe ser… Não canso de admirar o seu trabalho – você pra mim é um mestre! Essa matéria sobre Vampiros da Alma divertidamente elaborada e assertivamente esclarecedora, no meu ponto de vista é uma das melhores coisas que eu já li na minha vida!

  7. Laila

    “Tadinhos” dos vampiros. Na minha opinião, a gente coloca tanto a culpa nos outros porque é mais fácil arrumar culpados para mascarar a nossa própria culpa. Afinal, atraímos apenas os afins… meu pai costumava dizer “cada qual com seu igual”…. então, antes de colocarmos a culpa nos outros, devemos acima de tudo nos reavaliar, rever nossas energias para entender porque atraimos tantos sugadores… mas o legal é que, para sugar algo de nós é porque temos algo que eles querem… somos seres iluminados mas, por não percebermos isso, baixamos nossa frequência de vibração e ficamos à mercê dos sugadores de almas. Esses podem ser tanto entes espirituais, como amigos, vizinhos, parentes, maridos etc… Não acredito em vítimas… Todos que passam por nossa vida, “pessoas boas ou ruins”, só passam para aprender algo, ou para realmente nos ensinar algo… como sou boa aluna, aprendo rapidinho e começo a corrigir em mim aquilo que detesto no outro… afinal Deus foi perfeito ao criar as diferenças, porque dependemos dessas diferenças para a nossa evolução.
    Por isso procuro nunca desprezar um inimigo, e procuro fazer dos meus sugadores meus aliados… Apenas pra dividir com vocês, ví uma entrevista do Paulo Coelho, que achei fantástica, e onde ele dizia que o maior pecado na Bíiblia não foi o de Pedro, nem Judas, mas sim o de Pilatos… jamais devemos abrir mão do nosso próximo, achar que ele pode ser menos que nós ou pouco importante e então lavarmos nossas mãos, dizendo: “ele não é problema meu”…
    Talvez eu, “Laila”, já fui Judas algumas vezes ou até mesmo Pedro “na hora do medo”… por isso, não costumo julgar… mas jamais quero ser Pilatos. Então esses possíveis vampiros de alma, também podem estar em nosso caminho, precisando um pouco mais de nossa atenção nesse processo de evolução. Atrás de todo vampiro tem um “ser” querendo “ter” e cada um luta com as armas que tem, faz parte do aprendizado.

  8. Luis Pellegrini Autor do post

    Bravíssima, Clene. Não podemos dar moleza para os vampiros. Eles devem aprender que a energia vital dos outros tem um preço, e esse preço pode ser muito alto.

  9. Clene Salles

    Luis, logo que a onda “vampirística” inundou (literalmente!) as prateleiras das livrarias e intimou quase todos a sentar-se nas poltronas dos cinemas e teatros para serem hipnotizados pelo desejo ardente de sugar, lembrei da matéria que você escreveu em 1996. Se o seu texto, volta e meia, se fazia presente na minha mente, a partir dos “crepúsculos” da vida, ficou ainda mais latente. Desde quando a li pela primeira vez, eu a tive como guia, sou eternamente grata a você (talvez você nem imagine como suas palavras me ajudaram!). Estes dias estive com um vampiro hipocondríaco e, pela centésima vez, ele já chegou chegando, todo assim, reclamando da saúde (porque doença ele certamente não tem) e que precisava urgente fazer uma consulta com um neurologista. Ah, não tive a mínima dúvida: somando suas palavras desta matéria à minha experiência de vida, encontrei uma solução rapidamente – falei que o compreendia sim e que iria indicar um médico de confiança e muito competente. Claro, ele foi procurar o médico e marcou consulta. Detalhe 1 – a consulta desse médico custa R$ 6.000 reais. Detalhe 2 – ele jurou que nunca mais vai se queixar para mim. Bingo! Ótimo demais da conta! Texto escrito em 1996, atualíssimo! Diria: imortal! Sic! Parabéns, parabéns! Luis, você é fantástico!

  10. Grazi

    Ai! Eu fui vítima de um vampiro emocional nos últimos 6 meses e esse vampiro quase acabou com minha vida sem me enconstar um dedo. rs!
    Só acordei quando me dei conta de que tudo na vida dele só melhorava e a minha vida que era super promissora começou a degringolar velozmente na decrescente. Estava tão envolvida já na situação que fiz algo que não costumo fazer: Comecei um ciclo diário de orações fortes de proteção e fechamento do corpo e pedindo que se houvesse qualquer laço energético entre mim e esta pessoa que de alguma forma estivesse interferindo no fluir normal de minha vida que fosse cortado. Gente, incrivelmente 3 dias depois essa pessoa perdeu o emprego. Não sei se tem algo a ver, mas sei que já consegui me desligar bastante e me sinto muito melhor fisicamente. E nos 6 meses em que nada deu certo pra mim principalmente na vida profissional essa pessoa estava empregada e sendo muito elogiada em seu trabalho além de que tudo estava se ajeitando na vida dela. Depois do ocorrido fico com a pulga atrás da orelha se tudo que passei, principalmente a situação do desemprego não foi por esta pessoa estar sugando todas as energias minhas, meio que se sustentando energeticamente de mim. Lembro que certo dia esta pessoa arrumou uma dor no braço do nada e então fez aquela cena toda de”Ai de mim”, eu confortei, não era nada demais,cheguei a tocar o braço dessa pessoa e pedir mentalmente a cura e naquela noite dormi e acordei com uma incrivel dor no meu braço e no outro dia ele estava curado…af…foi muita coisa estranha que aconteceu e por isto eu passei a crer sim nesta história de vampirismo psiquico. Acho que devemos sim nos proteger das coisas invisiveis tanto qto nos protegemos dos perigos visíveis.

  11. Rosana Camargo

    Gostei muito da matéria,os vampiros energéticos estão em todos os lugares, principalmente no trabalho.
    Por isso todos nos temos que “orai e vigiai”. E destanciar cada vez mais dessas pessoas.

  12. Luciana Luz

    Olá Luis, excelente artigo.
    Sou professora e imagine o nível de exposição! A profissão é muito propícia, penso eu, pois o professor se dispõe a alguns níveis de vampirismo operado pelo alunos, não?
    Gostaria de saber se existe alguma técnica de defesa, para fechar-se mesmo, pois como sou muuuiiito sensível sofro demais!
    Mais uma vez parabéns pelo blog e pelo artigo!
    Abraços

  13. Beatriz Marques

    Olá!
    Adorei o blog!
    E morte aos vampiros que nos rodeiam! rs
    bjs

  14. Luis Pellegrini Autor do post

    Nunca é demais lembrar como essas coisas acontecem, Lourdes. Este artigo sobre o vampirismo psíquico está bombando. O número de acessos é recorde. Deve ser porque todo mundo, em algum momento da vida, percebeu ter sua energia vital sugada, ou então, sem saber, estar sugando a força vital de alguém. E você está certíssima: quase sempre as próprias vítimas, ao se colocar numa posição passiva, de fragilidade, permitem o assédio do vampiro e o saque às suas reservas de energia vital.

  15. Lourdes Maria

    Lulu, interessantíssimo seu artigo. Curioso porque alguns livros de André Luiz, psicografados pelo Chico, dão conta desse assunto. Parece que a coisa é bem séria, traz doenças, inclusive. Mas, no fundo, no fundo, se somos sugados pode ser que, de uma forma ou de outra, permitimos que isso aconteça. Existem técnicas de proteção aos chacras que dificultam um pouco o assédio dos vampiros e a perda de energia. Tudo se processa na mente. Mas isso vc já sabe! Bjokas!

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